Um homem de 28 anos foi preso em flagrante na manhã deste sábado (26), no bairro Vila Nova, situado no município de Apucarana, no estado do Paraná. Ele é apontado como o principal suspeito de cometer o crime de estupro contra uma jovem de 24 anos, que dormia em sua própria residência após participar de uma confraternização.
A atuação das autoridades policiais começou quando agentes da Polícia Militar foram acionados para atender a uma ocorrência de desinteligência na região. A chamada inicial informava que uma mulher estava na via pública arremessando tijolos contra um homem.
Ao chegarem ao local indicado, os policiais militares dialogaram com os envolvidos para esclarecer os fatos e compreender a dinâmica da confusão. Questionado pelas autoridades, o suspeito alegó que havia sido convidado pela dona da casa para consumir bebidas alcoólicas a partir das três horas da madrugada, argumentando ainda que já teria mantido envolvimento íntimo com a vítima em data anterior, com o intuito de negar as acusações de abuso.
Por outro lado, a versão apresentada pela vítima divergiu frontalmente da narrativa do suspeito. Ela confirmou que houve uma reunião em sua residência com a presença do homem e de outras duas amigas, mas explicou que, devido ao consumo excessivo de álcool, pediu o auxílio do indivíduo para se deslocar da cozinha até o sofá da sala, onde pretendia descansar.
Conforme o relato prestado pela jovem, ela despertou no meio do sono e percebeu que o suspeito estava praticando o ato sexual sem o seu consentimento e sem qualquer autorização. A moradora detalhou que o agressor tentou persistir na violência, conseguindo ser contida e afastada somente após começar a gritar por socorro.
As demais convidadas que estavam alojadas no imóvel ouviram os apelos desesperados da vítima e intervieram, expulsando o agressor de dentro da casa. Diante da firme decisão da jovem em formalizar a denúncia contra o conhecido, o homem recebeu voz de prisão ainda no local dos fatos e foi conduzido à Delegacia de Polícia Civil de Apucarana, onde permaneceu à disposição da justiça para responder pelas imputações criminais.
Fonte: tnonline.uol.com.br
