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Pedra da Feiticeira é destruída por incêndio em São Vicente, no litoral de São Paulo

Estátua tradicional localizada na Praia do Itararé foi atingida por chamas na última quarta-feira; prefeitura e polícia investigam as causas do ocorrido.

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Pedra da Feiticeira é destruída por incêndio em São Vicente, no litoral de São Paulo

A estátua da Pedra da Feiticeira, um dos pontos turísticos e culturais mais conhecidos de São Vicente, na Baixada Santista, foi destruída por um incêndio na última quarta-feira (30). As origens e motivações por trás do fogo ainda permanecem desconhecidas, mobilizando autoridades locais para esclarecer o caso.

Diversos vídeos gravados por populares começaram a circular rapidamente nas redes sociais, mostrando a estrutura da escultura tomada pelas chamas. Moradores da região manifestaram forte indignação e tristeza diante da perda do marco histórico e simbólico do município litorâneo.

O prefeito de São Vicente, Kayo Amado (Podemos), utilizou suas redes sociais para externar seu descontentamento com o episódio. De acordo com o gestor municipal, a Guarda Civil Municipal (GCM) registrou um boletim de ocorrência e, em conjunto com as forças policiais, trabalha na análise de imagens capturadas por câmeras de segurança para identificar possíveis suspeitos.

Para conter o avanço do fogo na estrutura, a operação de combate exigiu o acionamento de três caminhões do Corpo de Bombeiros. A magnitude do incidente chamou a atenção da população e gerou forte comobate na região da Baixada Santista.

Em publicação feita em seu perfil no Instagram, o prefeito declarou estar revoltado com a situação, assim como os demais munícipes. Ele assegurou que a administração municipal envidará todos os esforços possíveis dentro de seu alcance para esclarecer os fatos e responsabilizar os envolvidos.

A escultura icônica ficava situada sobre uma formação rochosa na Praia do Itararé. A representação artística ilustra a lenda local de uma mulher que aguardava todas as noites pelo retorno de seu amado marinheiro, tendo se lançado ao mar em uma ocasião para tentar alcançar uma embarcação, vindo a falecer afogada segundo o imaginário popular.

Ao longo das décadas, o monumento transformou-se em um emblema para a cidade, perpetuando uma narrativa que é transmitida de geração em geração entre os habitantes do litoral paulista. As autoridades continuam com as investigações em aberto para apurar se o incêndio teve origem criminosa.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

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