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Eleições 2026: veja os estados que elegeram mais e menos mulheres para o Congresso e assembleias

Levantamento com base nos dados parciais do TSE aponta quais unidades da federação lideram a proporção de mulheres eleitas para a Câmara, o Senado e as assembleias legislativas no primeiro turno.

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Eleições 2026: veja os estados que elegeram mais e menos mulheres para o Congresso e assembleias

O Mato Grosso do Sul destacou-se no cenário nacional ao eleger mulheres para metade de sua bancada na Câmara dos Deputados, alcançando a maior proporção entre os dez estados com resultados já definidos nos dados parciais do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) analisados neste domingo (4). No total, quatro das oito cadeiras do estado serão ocupadas por parlamentares femininas: Camila Jara (PT), Rose Modesto (UNIÃO), Mara Caseiro (PL) e Isa Marcondes (REP).

Em contrapartida, o Distrito Federal e Roraima figuram no outro extremo ao não elegerem nenhuma mulher para a Câmara dos Deputados. No que tange às assembleias legislativas, o Acre isolou-se como o único estado entre os apurados sem nenhuma mulher eleita entre as vagas disponíveis. Por outro lado, o Amapá registrou a maior participação feminina proporcional para o legislativo estadual, com 25% das vagas preenchidas por deputadas.

Os dados divulgados continuam parciais e englobam dez unidades da federação com resultados definidos para a Câmara e o Senado, além de nove para deputados estaduais e distritais. Até este momento da apuração nessas localidades, foram eleitas 23 mulheres para 105 vagas na Câmara (21,9%), cinco para 20 vagas no Senado (25%) e 32 para 222 cadeiras nas assembleias e na Câmara Legislativa do Distrito Federal (14,4%).

No Senado Federal, o Distrito Federal protagonizou um cenário inédito entre os resultados finais comparados ao eleger Michelle Bolsonaro e Bia Kicis, ambas do PL, para as duas vagas em disputa. Outras unidades também elegeram representantes femininas para a Casa Alta, como Mara Rocha (REP) pelo Acre, Rayssa Furlan (PODE) pelo Amapá e Teresa Surita (MDB) por Roraima. Em contrapartida, estados como Espírito Santo, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Sul, Rondônia e Tocantins não elegeram mulheres para o Senado.

Nas assembleias legislativas, o Amapá liderou em proporção com seis deputadas em 24 cadeiras (25%), seguido por Distrito Federal e Roraima, com cinco parlamentares mulheres cada (20,8%). Em números absolutos, Amapá e Espírito Santo empatam com seis eleitas cada. O levantamento detalha que o cenário varia consideravelmente de uma região para outra, refletindo as diferentes dinâmicas eleitorais locais no pleito de 2026.

A apuração segue em andamento e os números totais poderão sofrer alterações conforme o TSE concluir a totalização dos votos nas demais localidades do país. O monitoramento contínuo da participação feminina nos espaços de poder evidencia tanto avanços significativos em determinados estados quanto barreiras persistentes em outras regiões.

Fonte: g1.globo.com

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