
O estado de São Paulo contabilizou 67 diagnósticos confirmados de mpox desde 4 de outubro, marcando o início da 40ª semana epidemiológica. O volume equivale a aproximadamente 22% de todas as confirmações registradas no território paulista ao longo do ano corrente.
De acordo com as informações divulgadas nesta sexta-feira (6) pela plataforma Núcleo de Informações Estratégicas em Saúde, a rede estadual soma 300 casos da infecção sem o registro de óbitos desde janeiro. Desse total acumulado no período, 197 ocorrências foram localizadas na cidade de São Paulo.
Monitoramento e cuidados
A Secretaria Estadual da Saúde informou que, mesmo com o encerramento da emergência internacional decretado pela Organização Mundial da Saúde (OMS) em setembro de 2025, o agravo segue sob vigilância constante. O trabalho envolve testes laboratoriais e mapeamento de contatos para conter cadeias de transmissão.
Tatiana Lang, diretora do Centro de Vigilância Epidemiológica (CVE-SP), destacou em nota que a pasta acompanha o cenário epidemiológico de perto e prepara os serviços de saúde para notificações ágeis. A transmissão do vírus MPXV ocorre principalmente por contato direto com lesões e secreções, além do compartilhamento de itens pessoais como roupas de cama e toalhas.
