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Andes lança documentário sobre a importância da educação e ciência

Sindicato Nacional de Docentes lança nesta quarta-feira, em São Paulo, o documentário 'Educação e Ciência por um Brasil que dá certo', integrando campanha contra ataques orçamentários.

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Andes lança documentário sobre a importância da educação e ciência

O Sindicato Nacional de Docentes das Instituições de Ensino Superior (Andes) promove nesta quarta-feira, na capital paulista, o lançamento oficial do documentário intitulado Educação e Ciência por um Brasil que dá certo. A exibição inaugural do projeto ocorre na Casa de Cultura Japonesa da Universidade de São Paulo (USP), situada no campus do Butantã, marcando o início da circulação da obra pelo país.

A iniciativa integra a campanha nacional denominada Andes Lutar não é Crime!, cujo propósito central é combater os constantes ataques de cunho ideológico e as restrições orçamentárias impostas à ciência e à educação superior públicas no território brasileiro. Além disso, o filme busca evidenciar o impacto transformador que essas instituições exercem no cotidiano da população e no desenvolvimento do país.

Com uma duração de 25 minutos, o material audiovisual foi produzido pela Cajuína Filmes e conta com a direção de André Manfrim. A narrativa é construída a partir de relatos de cidadãos que têm suas trajetórias diretamente influenciadas pelo ensino superior e pela pesquisa científica, reunindo também contribuições de lideranças sindicais, representantes estudantis e personalidades públicas.

Cláudio Mendonça, presidente do Andes-SN, pontua que a produção tem como meta servir como um contraponto à desesperança propagada por setores da extrema direita e pelo pragmatismo daqueles que priorizam cortes de verbas. O objetivo é mobilizar a sociedade em defesa do patrimônio nacional representado pelas universidades e centros de pesquisa.

Após a estreia em São Paulo, o documentário seguirá um cronograma de exibições por diversas capitais brasileiras. Entre os locais confirmados estão o Salão Nobre do IFCS/UFRJ, no Rio de Janeiro; o auditório da Adunb, em Brasília; a Praça das Artes da UFBA, em Salvador; o Largo de São Sebastião, em Manaus; e o Cine Passeio, em Curitiba.

Para fundamentar a relevância da pauta, a obra destaca dados estatísticos oficiais, como o fato de que mais de 95% da produção científica nacional provém de universidades públicas. Levantamentos do Instituto Nacional da Propriedade Intelectual (Inpi) também apontam que quatro das seis maiores entidades depositantes de patentes no Brasil são instituições públicas de ensino.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Escrito por

Jeder Fabiano