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Críticas à Copel e o acirramento da reta final da campanha política no Paraná

Moradores de Apucarana sofrem com apagões da Copel, enquanto candidatos intensificam carreatas e estratégias na reta final das eleições no Paraná.

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Críticas à Copel e o acirramento da reta final da campanha política no Paraná

A cidade de Apucarana enfrentou recentemente episódios de interrupção total no fornecimento de energia elétrica, deixando moradores às escuras em dois momentos distintos na mesma noite. O episódio gerou fortes críticas à Companhia Paranaense de Energia (Copel), cujas faturas chegam pontualmente e com reajustes constantes, mas sem a devida equivalência na qualidade do serviço prestado à população.

Consumidores mais antigos relembram com nostalgia a época em que a Copel era considerada uma referência nacional entre as estatais do setor elétrico. A perda de eficiência da companhia tem sido atribuída por analistas e cidadãos à atuação da atual diretoria, nomeada pela gestão estadual, levantando debates sobre os reflexos da privatização parcial de suas ações e a necessidade de reformulações administrativas futuras.

Enquanto os problemas de infraestrutura afetam o cotidiano da população, o cenário político paranaense entra em sua fase mais intensa. Na disputa pelo Palácio Iguaçu e pelo Legislativo, comitivas intensificam as tradicionais carreatas por diversas regiões do estado, buscando o contato direto com o eleitorado nas semanas que antecedem o pleito de outubro.

A movimentação eleitoral também é marcada pela expectativa em torno de novas pesquisas de intenção de voto e por disputas internas em legendas partidárias, a exemplo de polêmicas judiciais envolvendo critérios de distribuição de recursos do fundo eleitoral. Candidatos ao Senado e a cargos proporcionais intensificam suas agendas em redutos estratégicos do interior paranaense.

Outro destaque do período é a maior participação feminina na disputa por vagas nas assembleias legislativas, com candidatas locais buscando ampliar a representatividade das mulheres na política. Paralelamente, lideranças empresariais e políticas locais discutem estratégias para valorizar candidatos da própria região, evitando o voto em figuras que aparecem apenas esporadicamente.

Com o encerramento da campanha se aproximando, as atenções se voltam para o corpo a corpo com eleitores indecisos, visto que os programas tradicionais de rádio e televisão têm apresentado menor engajamento do público. O momento político e administrativo exige respostas tanto para a melhoria dos serviços essenciais quanto para a transparência na representação pública.

Fonte: tnonline.uol.com.br

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