Pouco tempo após ser solta mediante o pagamento de fiança, a veterinária e influenciadora Raylane Diba Ferrari utilizou as redes sociais para debochar da própria prisão e transformar o escândalo em uma estratégia de vendas. Em vídeo publicado no Instagram com a legenda “Perdi meu réu primário”, a investigada interpreta a si mesma encenando um atendimento ao público.
Durante a esquete, ao ser questionada por uma cliente se ela seria “aquela veterinária que foi presa por vender shampoo de cavalo pra mulherada”, Raylane confirma o episódio de forma irônica. Ela ressalta que o produto veterinário é exclusivo para animais e aproveita a forte repercussão do caso para direcionar os seguidores ao link de compra de uma linha cosmética regularizada.
Enquanto isso, o cenário político em Três Lagoas registrou momentos de tensão. O candidato a deputado estadual Ruy Neto irritou-se com uma postagem em página de fofoca no Facebook que alegava sua expulsão da Feira Central após supostamente distribuir jornais com ataques a adversários. Revoltado com o que classificou como fake news da oposição, o político acionou a Justiça Eleitoral.
O Judiciário negou a urgência para remoção imediata da postagem sem antes ouvir a outra parte, mas determinou que o Facebook entregue em um prazo de 24 horas todo o rastro digital e o IP para identificar o responsável pela página anônima. Paralelamente, Campo Grande amanheceu com intervenções urbanas do Coletivo Geni misturando política e religião com lambe-lambes e faixas.
No âmbito judicial e municipal, o Tribunal de Justiça de Mato Grosso do Sul negou, por unanimidade, um recurso da Prefeitura de Campo Grande e manteve a condenação para que o Município cumpra integralmente o Piso Salarial Nacional da Enfermagem, corrigindo falhas no envio de dados ao Governo Federal que prejudicavam repasses da União.
Fonte: www.campograndenews.com.br
