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Reparo de acesso à Bolívia depende de tempo firme, diz Agesul

Trecho da rodovia MS-428 que liga Corumbá à Bolívia teve o aterro danificado após chuvas superarem 100 milímetros na região e segue interditado.

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Reparo de acesso à Bolívia depende de tempo firme, diz Agesul

Os reparos na rodovia estadual que garante o acesso à Bolívia dependem diretamente das condições climáticas para serem iniciados, conforme informou a Agesul (Agência Estadual de Gestão de Empreendimentos) nesta segunda-feira (6).

O trecho afetado compreende a rodovia MS-428, amplamente conhecida como Ramão Gomes, que serve como a principal via de ligação terrestre entre o município de Corumbá e o país vizinho. A estrada permanece totalmente interditada desde o início da semana.

De acordo com os órgãos competentes, o bloqueio do tráfego de veículos ocorre especificamente no trecho localizado entre a Escola Caic e a rotatória do Cemitério Nelson Chamma. A medida foi adotada pelas autoridades estaduais com o objetivo de assegurar a integridade e a segurança dos motoristas e pedestres que circulam pela região.

O problema estrutural foi causado por um temporal que despejou um volume de água superior a 100 milímetros na região. A forte enxurrada e o grande volume de água acabaram comprometendo e danificando o aterro de um trecho elevado da pista, localizado nas proximidades do Aeroporto Internacional de Corumbá.

Enquanto os trabalhos de recuperação não podem ser executados, o tráfego de veículos na região está sendo desviado e segue operando pelo anel viário da BR-262, rota que conta com sinalização especial para orientar os condutores. A Agesul reforçou que as equipes técnicas vão iniciar os reparos assim que o tempo firme e a estabilidade climática se estabelecerem.

Apesar dos transtornos causados pelo temporal em Corumbá e também na cidade vizinha de Ladário ao longo desta segunda-feira, a Defesa Civil de Corumbá informou que não houve registro de famílias desalojadas ou desabrigadas, não sendo necessária a remoção de moradores de suas residências nem a ativação de abrigos públicos.

Fonte: www.campograndenews.com.br

Escrito por

Jeder Fabiano