Mais da metade das mulheres privadas de liberdade em Mato Grosso do Sul integra frentes de trabalho no sistema prisional do estado. A iniciativa e os resultados obtidos serviram como exemplo para representantes da Secretaria Nacional de Políticas Penais (Senappen) e de outras unidades federativas durante uma visita técnica realizada aos estabelecimentos penais sul-mato-grossenses.
Integração e boas práticas
O modelo adotado no estado tem atraído atenção de gestores federais e estaduais interessados em conhecer a dinâmica de inserção laboral das detentas. A metodologia aplicada nos presídios locais foi detalhada aos visitantes institucionais como parte do intercâmbio de experiências na gestão penitenciária.
A proporção de reeducandas inseridas em atividades produtivas reflete os programas de capacitação e ocupação desenvolvidos pelo sistema de segurança estadual. A inspeção técnica buscou avaliar os métodos locais para eventual replicação em outras regiões do país.
