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Campeonato Brasileiro registra 16 demissões de técnicos e três trocas entre rivais

A edição de 2026 do Campeonato Brasileiro já acumula 16 demissões de treinadores entre os 20 clubes da Série A, além de movimentações marcadas por comandantes que assumiram equipes rivais na mesma temporada.

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Campeonato Brasileiro registra 16 demissões de técnicos e três trocas entre rivais

A dança das cadeiras no futebol brasileiro segue em ritmo acelerado na temporada de 2026. A instabilidade crônica dos clubes na Série A do Campeonato Brasileiro já resultou na demissão de 16 treinadores entre as 20 equipes participantes, evidenciando a alta pressão sobre os profissionais da área.

O episódio mais recente ocorreu no Grêmio, que desligou o técnico português Luís Castro. Com a saída, o comandante estrangeiro se transformou no décimo sexto profissional a perder o cargo no torneio nacional, enquanto o clube gaúcho virou o décimo segundo time a trocar de comando técnico na competição.

Em meio a tantas demissões, a temporada também se destaca pelo fenômeno dos chamados ‘vira-casacas’, ou seja, profissionais que foram demitidos por uma equipe e rapidamente assumiram o comando de uma agremiação rival na mesma edição do campeonato. Ao todo, três técnicos seguiram na disputa após essa movimentação interna.

Renato Gaúcho exemplifica bem essa tendência. Após deixar o comando do Vasco durante o período de paralisação do torneio, ele foi anunciado pelo Grêmio com um contrato válido até o final do ano, marcando o início de sua quinta passagem pelo clube gaúcho. O técnico substitui justamente a vaga deixada por Luís Castro.

Outros nomes que figuram nessa lista de trocas dentro do mesmo torneio são Fernando Diniz e Dorival Júnior. Diniz deixou o Vasco no início do ano e posteriormente assumiu o Corinthians no lugar de Dorival. Por sua vez, Dorival Júnior acabou contratado pelo São Paulo pouco tempo depois de encerrar sua trajetória no rival alvinegro.

Enquanto diversos concorrentes promovem constantes mudanças na casamata, equipes como Palmeiras e Bahia desafiam a lógica e mantêm estabilidade com Abel Ferreira e Rogério Ceni, respectivamente há anos no comando de seus plantéis, demonstrando que projetos de longo prazo ainda encontram espaço no cenário do futebol nacional.

Fonte: www1.folha.uol.com.br

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