Um assessor de Donald Trump afirmou recentemente que a questão relacionada ao Irã será solucionada em breve, sinalizando uma postura firme da administração americana em relação ao país do Oriente Médio.
Para ilustrar a eficiência e a rapidez que atribui ao atual governo, o assessor citou como exemplo uma operação militar realizada no norte da Somália. Segundo o relato, apenas oito dias após o início da gestão, o presidente ordenou a eliminação de um líder do Estado Islâmico que vinha sendo monitorado pela inteligência dos Estados Unidos havia dezoito meses.
Durante suas declarações, o representante também apontou a Irmandade Muçulmana como a matriz ideológica responsável pelo surgimento de diversas organizações jihadistas contemporâneas, incluindo o Hamas. Em sua avaliação, o combate eficaz a esses grupos passa necessariamente pela desarticulação de sua origem.
Ao ser questionado a respeito de nações que mantêm laços diplomáticos e políticos com a Irmandade Muçulmana, a exemplo da Turquia e do Catar, o assessor ponderou que Washington não adota a prática de classificar governos soberanos como entidades terroristas.
Ele reconheceu a importância da cooperação com o Catar em frentes sensíveis, como a mediação de reféns, embora tenha ressaltado que os Estados Unidos continuam mantendo diálogos francos sobre divergências e pendências bilaterais.
Por fim, o assessor criticou autoridades de Israel por abordarem os desdobramentos na Faixa de Gaza e a atuação do Hamas sob uma perspectiva estritamente política, defendendo que o tema deve ser tratado como uma questão prioritária de segurança nacional, além de refutar teses de que fatores socioeconômicos isolados sejam as causas fundamentais do terrorismo.
Fonte: noticias.uol.com.br
