A Dryko Impermeabilizantes fechou o primeiro semestre de 2026 registrando um crescimento de 20% em seu faturamento anual, desempenho que superou as expectativas do orçamento previsto. Com esses resultados positivos, a companhia agora projeta atingir a marca de R$ 1 bilhão em receita total, consolidando um novo ciclo de expansão após um período focado na ampliação de sua estrutura industrial.
Segundo informações divulgadas pela empresa, essa trajetória de crescimento é sustentada por investimentos expressivos realizados desde a transferência de sua fábrica para o município de Itaquaquecetuba, em São Paulo, ocorrida em 2022. Foram aplicados R$ 50 milhões em linhas produtivas, aquisição de equipamentos modernos, automação de processos, melhorias em segurança e aprimoramento da logística.
O complexo fabril da companhia ocupa atualmente uma área de 110 mil metros quadrados e emprega diretamente 450 colaboradores. O portfólio da marca reúne cerca de 400 itens voltados para a construção civil, destacando mantas e fitas asfálticas, diversos tipos de impermeabilizantes e argamassas poliméricas, além de inovações como o DryPneu, fabricado com borracha proveniente de pneus reciclados.
Outra frente estratégica importante apontada pela gestão é a atuação no mercado internacional. A Dryko realiza exportações para países da América do Sul, América do Norte e Europa. Atualmente, essas operações externas representam aproximadamente 11% do faturamento total da companhia, fatia que a empresa pretende ampliar nos próximos períodos.
Em paralelo aos planos corporativos, a liderança executiva passou por mudanças recentes. Romeu Martinelli assumiu oficialmente o cargo de CEO da Dryko, após atuar por um período como diretor-geral da corporação, guiando as novas metas estratégicas do negócio.
A expectativa otimista da Dryko também se alinha às projeções macroeconômicas para o setor de infraestrutura no Brasil. Dados da ABDIB (Associação Brasileira da Infraestrutura e Indústrias de Base) apontam uma estimativa de R$ 300 bilhões em investimentos para o setor em 2026, avançando consideravelmente em relação aos R$ 200 bilhões registrados no ano anterior, cenário que favorece empresas fornecedoras de materiais de construção fundadas desde 1999, como é o caso da Dryko.
Fonte: www1.folha.uol.com.br
