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Pesquisa Palver para presidente aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro

Levantamento registrado no TSE mostra cenário acirrado na disputa presidencial para o primeiro e o segundo turnos.

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Pesquisa Palver para presidente aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro

A corrida eleitoral de 2026 para a Presidência da República ganhou novos contornos nesta semana com a divulgação dos dados da pesquisa Palver. O levantamento, devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-02990/2026, traz um panorama atualizado sobre a preferência do eleitorado brasileiro para o Palácio do Planalto.

De acordo com os números apresentados no cenário estimulado de primeiro turno, a disputa encontra-se extremamente polarizada. O atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva, candidato pelo PT, e o senador Flávio Bolsonaro, representando o PL, aparecem rigorosamente empatados na liderança, ambos com 44% das intenções de voto.

Atrás dos dois principais nomes que lideram as preferências, o cenário estimulado também pontuou outros concorrentes ao cargo máximo do Executivo federal. O candidato Renan Santos, filiado ao partido Missão, pontuou com 8% da preferência do eleitorado nesta rodada específica da pesquisa divulgada.

Além dos nomes já citados, a disputa presidencial deste pleito conta com a participação de outros postulantes registrados na Justiça Eleitoral. Concorrem também ao cargo de presidente da República os políticos Augusto Cury, pelo Avante, e Ronaldo Caiado, representante do PSD.

No que tange a uma eventual simulação de segundo turno entre os dois principais líderes das intenções de voto, o empate técnico permanece. O senador Flávio Bolsonaro registra 47% das preferências, enquanto o presidente Lula aparece com 45%, mantendo a distância dentro da margem de erro estatística da pesquisa.

Os dados consolidados pelo instituto Palver demonstram um cenário de alta competitividade e estabilidade na preferência dos eleitores a poucas semanas das votações. O acompanhamento contínuo dessas variações continuará a ser monitorado de perto por analistas políticos de todo o país.

Fonte: noticias.uol.com.br

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