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Ex-vice de Dilma e autor da indicação de Moraes ao STF, Temer declara apoio a Flávio no 2º turno

O ex-presidente Michel Temer declarou apoio ao candidato do PL à Presidência, Flávio Bolsonaro, no segundo turno das eleições presidenciais de 2026.

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Ex-vice de Dilma e autor da indicação de Moraes ao STF, Temer declara apoio a Flávio no 2º turno

O ex-presidente Michel Temer (MDB) declarou nesta segunda-feira (5) o seu apoio ao candidato do PL à Presidência da República, Flávio Bolsonaro, para a disputa do segundo turno nas eleições de 2026.

O anúncio foi feito por meio de um vídeo e de uma nota divulgados nas redes sociais pelo ex-chefe do Executivo. Na mensagem, Temer pontuou que o resultado do primeiro turno das urnas evidenciou o desejo do eleitorado brasileiro por mudança e renovação.

No primeiro turno, com a apuração de 100% das urnas, Flávio Bolsonaro alcançou a marca de mais de 56 milhões de votos, o que representou 47,03% dos votos válidos. Ele enfrentará na segunda etapa o candidato do PT à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva, que obteve 53,8 milhões de votos, correspondentes a 45,15% da preferência do eleitorado.

Em seu pronunciamento, o ex-presidente argumentou que a vontade de renovação se manifestou de maneira expressiva tanto na nova composição do Congresso Nacional quanto na força da candidatura do PL que assegurou o primeiro lugar na etapa inicial do pleito.

Segundo Temer, a sociedade estaria buscando novas ideias, atitudes inéditas, projetos inovadores e caminhos alternativos, rejeitando fórmulas repetidas. Para o ex-presidente, a escolha que representa essa reconexão desejada pelos eleitores neste momento é a candidatura de Flávio.

Aos 86 anos de idade, Michel Temer exerceu a presidência do Brasil entre os anos de 2016 e 2019, após o processo de impeachment da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), de quem foi vice-presidente nas chapas vitoriosas das eleições de 2010 e 2014.

Durante o seu mandato presidencial, no ano de 2017, Temer foi o responsável por indicar Alexandre de Moraes — que na época ocupava o cargo de ministro da Justiça em sua gestão — para ocupar uma cadeira no Supremo Tribunal Federal (STF).

A vaga na Suprema Corte havia sido aberta em decorrência do falecimento do ministro Teori Zavascki, que morreu em um acidente de avião e que, à época, atuava como o relator da Operação Lava Jato no Supremo Tribunal Federal.

Fonte: g1.globo.com

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