Uma nova pesquisa eleitoral divulgada traz o panorama da corrida para a presidência da República no primeiro turno das eleições de 2026. O levantamento foi realizado pela Quaest, encomendado pela Rede Globo e pelo jornal O Globo, detalhando as intenções de voto do eleitorado brasileiro em um cenário estimulado.
De acordo com os dados apresentados, o atual presidente e candidato à reeleição, Lula (PT), aparece na liderança com 37% das intenções de voto. Logo em seguida, na segunda colocação, está Flávio Bolsonaro (PL), que pontuou com 33% das preferências dos entrevistados.
Como a margem de erro estimada para o levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois principais candidatos figuram tecnicamente empatados no limite desse indicador dentro do cenário analisado para o primeiro turno.
A terceira posição na disputa presidencial é ocupada por Augusto Cury (Avante), que registrou 6% das intenções de voto. Na sequência aparecem Ronaldo Caiado (PSD), com 4%; Renan Santos (Missão), com 3%; e Romeu Zema (Novo), que obteve 1% da preferência do eleitorado.
A coleta de opiniões da pesquisa Quaest foi realizada ouvindo presencialmente um total de 2.004 pessoas com 16 anos de idade ou mais. O trabalho de campo ocorreu no período entre os dias 17 e 20 de setembro de 2026.
O nível de confiança estatística estipulado para este levantamento é de 95%. A pesquisa encontra-se devidamente registrada perante a Justiça Eleitoral sob o número de identificação BR-06004/2026.
Além dos números gerais consolidados para a disputa presidencial, o levantamento detalha o comportamento do eleitorado segmentado em diversos recortes demográficos e sociais. Entre as categorias detalhadas pela pesquisa estão a identificação política dos eleitores, a distribuição regional, gênero, faixa etária, nível de escolaridade, renda familiar, além de religião e cor.
Outros desdobramentos divulgados pela Quaest abordam cenários de segundo turno entre os candidatos, os índices de rejeição de figuras políticas centrais, bem como a avaliação dos entrevistados em relação à administração do governo federal vigente.
Fonte: g1.globo.com
