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Sobre Mendonça, PGR diz que juiz não deve usar PF como “longa manus”

Procuradoria-Geral da República manifestou-se sobre a atuação de magistrados e o uso da Polícia Federal em investigações.

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Sobre Mendonça, PGR diz que juiz não deve usar PF como “longa manus”

A Procuradoria-Geral da República (PGR) manifestou recentemente seu posicionamento a respeito de diretrizes na condução de investigações e processos no âmbito do Poder Judiciário brasileiro. O órgão abordou a relação entre magistrados e órgãos de persecução penal.

Em manifestação relacionada a discussões sobre o ministro André Mendonça, a PGR pontuou que um juiz não deve utilizar a Polícia Federal como uma extensão de seu próprio poder ou como uma ferramenta de execução direta, conhecida no meio jurídico pela expressão latina “longa manus”.

A discussão jurídica envolve os limites da atuação de magistrados na condução de diligências investigativas e o respeito às atribuições constitucionais de cada instituição envolvida no sistema de justiça e segurança pública do país.

Segundo a avaliação do órgão ministerial, a separação de papéis entre quem investiga, quem acusa e quem julga é uma garantia fundamental para a lisura dos processos e para a preservação do Estado Democrático de Direito.

O tema tem gerado debates em instâncias superiores da Justiça a respeito de procedimentos adotados em casos de repercussão nacional, colocando em pauta a delimitação clara de competências entre o Judiciário e as forças policiais.

A manifestação da Procuradoria-Geral da República reforça a necessidade de estrita observância das normas legais vigentes, evitando sobreposições de funções que possam comprometer a imparcialidade dos julgamentos nos tribunais brasileiros.

Fonte: www.poder360.com.br

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