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Segurança do paciente: saiba como reduzir riscos e enfrentar doenças crônicas

Com o tema focado no cuidado seguro para enfermidades não transmissíveis, o Dia Mundial da Segurança do Paciente destaca a importância da prevenção, do diagnóstico e do acompanhamento contínuo.

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Segurança do paciente: saiba como reduzir riscos e enfrentar doenças crônicas

A data dedicada ao Dia Mundial da Segurança do Paciente coloca em evidência a relevância de um cuidado seguro em todas as etapas da assistência à saúde. A abordagem abrange desde as fases de prevenção e diagnóstico até o tratamento propriamente dito, passando pela reabilitação, cuidados paliativos e o incentivo ao autocuidado dos cidadãos.

Estatísticas divulgadas pela Organização Mundial da Saúde apontam que as enfermidades não transmissíveis, popularmente conhecidas como doenças crônicas, representam atualmente uma das maiores preocupações sanitárias em âmbito global. Elas afetam bilhões de indivíduos e respondem por cerca de 74% de todas as mortes registradas no planeta.

Essas condições de saúde caracterizam-se por terem longa duração. Entre os exemplos mais comuns estão as enfermidades cardiovasculares, os diversos tipos de câncer, o diabetes e as patologias respiratórias crônicas. Tais quadros podem atingir pessoas de qualquer faixa etária, exigindo monitoramento e suporte médico contínuos ao longo de toda a vida.

Para a Organização Mundial da Saúde, o combate a essas enfermidades constitui uma prioridade máxima. O posicionamento é respaldado por declarações políticas das Nações Unidas que enfatizam a necessidade de fortalecer tanto a prevenção quanto o manejo de longo prazo, garantindo obrigatoriamente o acesso universal a serviços de saúde seguros e de alta qualidade.

No cenário nacional, o Ministério da Saúde ressaltou por meio de nota oficial que a participação ativa dos pacientes nas decisões sobre sua própria saúde, somada à compreensão clara do plano terapêutico, fortalece significativamente a segurança do atendimento. A pasta orienta que os enfermos ou seus familiares aproveitem as consultas para esclarecer dúvidas sobre os objetivos do tratamento, os medicamentos receitados, possíveis efeitos colaterais e os prazos para retornos médicos.

A recomendação das autoridades sanitárias é para que os pacientes compareçam aos postos de atendimento acompanhados por pessoas de confiança, especialmente se houver dificuldades na memorização das instruções. Além disso, o acompanhamento médico regular é apontado como ferramenta indispensável para rastrear a evolução do quadro clínico, otimizar terapias e integrar os diferentes níveis de assistência.

Fonte: agenciabrasil.ebc.com.br

Escrito por

Jeder Fabiano